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Tempo de praia: sugestão de alguns jogos tradicionais

Também na praia se nota diferença na ocupação das crianças. Muitos dos jogos de então deixaram de se ver. Neste artigo encontra algumas sugestões de jogos tradicionais, adequados para a praia.

Quantas vezes não ouvimos falar dos jogos que, tempos atrás, povoavam os tempos livres dos mais novos, sendo frequente notar-se nostalgia nessas lembranças, e alguma recriminação até, quando se entra em comparação com a pouca diversificação de atividades de muitos jovens, que se deixam prender, quase exclusivamente, pelo computador e pela televisão. Também na praia se nota diferença na ocupação das crianças. Muitos dos jogos de então deixaram de se ver. Neste artigo encontra algumas sugestões de jogos tradicionais, adequados para a praia.

1. Corrida de caricas

Número de jogadores: Dois, no mínimo.
Material: Uma carica por cada jogador.
Objetivo: Fazer a sua carica chegar à meta em primeiro lugar.
Descrição: Marca-se uma pista na areia, com a largura de um palmo e um percurso que inclua retas e curvas. As caricas são colocadas na linha de partida e cada jogador, na sua vez, faz deslocar a sua, projetando-a com o dedo indicador. Se a carica sair da pista, tem de regressar ao início, o que colocará o jogador em desvantagem relativamente aos outros. Ganha aquele cuja carica atingir a meta em primeiro lugar.

2. Roda da cabacinha

Número de jogadores: Dois.
Material: Nenhum.
Objetivo: Rodar com velocidade, sem cair nem largar as mãos.
Descrição: Os dois jogadores viram-se um para o outro, dão as mãos, encostam as pontas dos pés e inclinam-se para trás, esticando os braços. Começam a rodar lentamente, enquanto dizem 'Roda roda cabacinha, roda roda cabação', e vão aumentando a velocidade, sem largarem as mãos.

Variante:
Número de jogadores: Vários pares e um árbitro.
Material: Nenhum.
Objetivo: Manter-se a rodar rapidamente e sem largar as mãos, por mais tempo.
Descrição: Todos os pares se colocam da mesma maneira. À medida que cada par for caindo ou largando as mãos, deixa o jogo. O árbitro deve controlar a aplicação das regras. Ganha o par que se mantiver mais tempo em jogo.

3. Jogo do eixo

Número de jogadores: Vários, sem limite.
Material: Nenhum.
Descrição: Todos os jogadores, exceto um, dispostos em linha, mas com espaço entre si, colocam-se numa de duas posições: de joelhos e com as mãos no chão; de cócoras, com as mãos nos joelhos. O jogador que ficou de pé, vai correr, saltando por cima de cada um dos outros. Para esse efeito, apoia as mãos nas suas costas e salta com as pernas abertas lateralmente. Quando chegar ao fim, toma a mesma posição dos colegas e o que está no início da linha levanta-se e corre saltando por cima dos colegas. O jogo termina quando todos tiverem feito a corrida e os saltos.

4. Jogo da corrida dos três pés

Número de jogadores: Várias equipas de dois jogadores.
Material: Um lenço ou uma corda por cada equipa.
Objetivo: Chegar primeiro à meta.
Descrição: Define-se uma pista de cerca de 25 metros, com uma linha de partida e uma de chegada. Os jogadores de cada equipa, colocados junto da linha de partida, encostam-se lado a lado e atam os pés que ficam encostados (pé direito de um e pé esquerdo de outro). Põem-se em pé e colocam o braço sobre os ombros do parceiro. Quando todos estão prontos, é dado o sinal de partida. Ganha a equipa que atravessar primeiro a meta. O jogo pode ser dificultado, obrigando cada equipa que cair a voltar ao ponto de partida.

A leitura destas sugestões terá, certamente, trazido à memória de muitos leitores outros jogos da sua infância. As férias são uma boa oportunidade de partilharem com os filhos essas memórias e de as reviverem em conjunto. A praia ganhará, com certeza, outro sabor.

Boas férias!


ARMANDA ZENHAS
Professora aposentada. Doutora em Ciências da Educação pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto. Mestre em Educação, área de especialização em Formação Psicológica de Professores, pela Universidade do Minho. Autora de livros na área da educação.
Professora profissionalizada nos grupos 220 e 330. Licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas, nas variantes de Estudos Portugueses e Ingleses e de Estudos Ingleses e Alemães, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Professora profissionalizada do 1.º ciclo, pela Escola do Magistério Primário do Porto.

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